domingo, 3 de fevereiro de 2013


13 conselhos para não traumatizar os filhos

Divórcio amigável
Esgotadas todas as tentativas de reconciliação, as conversas e o esforço de compreensão de parte a parte, já não há maneira de fugir à realidade. O casamento acabou. E agora, o que fazer para evitar (ainda) mais sofrimento?
A TOMADA DE DECISÃO

1. Assumir que o divórcio é uma situação difícil para todo
  A separação é um processo muito doloroso mesmo para quem teve a iniciativa de avançar com ela. Estar consciente que o sofrimento é vivenciado também pelo outro é determinante para que possamos gerir a situação.
 Quando assumimos que os outros também estão a sofrer, tendemos a ser mais empáticos e tolerantes.

2. Comunicar a situação aos filhos em conjunto


A conversa deve decorrer sem atribuição de culpas e adaptando a linguagem à idade dos filhos :Se as crianças são pequenas é importante centrar as questões num ponto de vista mais prático, garantir-lhes que vão continuar a ter uma casa, quem as ponha na cama, lhes faça mimos ou as leve a passear.»

 È fundamental que percebam que os pais se divorciam um do outro mas não se divorciam delas. É precioso que o digam, mas que também atuem em conformidade.

3. Admitir que os filhos sabem mais do que os adultos preveem

As crianças estão atentas a tudo, ouvem conversas e fantasiam sobre o que escutaram. É fundamental ouvir os filhos, deixá-los falar à vontade. Todas as perguntas são válidas e devem ser bem-vindas para que: não haja espaço para fantasmas e se evite, assim, qualquer tipo de culpabilização por parte das crianças.

1 comentário:

  1. pois o divorsio nem sempre e o caminho ideal para a resolução dos problemas no casamento,mas as pessoas recorrem mais para isso, o que as pessoas devem fazer e tentar pelo menos entender um aõ outro e tambem os filhos ja que eles são os maiores prejudicados nessa historia

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